"(...) eles tomarão conta da cidade, da zona sul..."
(Mário Henrique Simonsen, ex-ministro da Fazenda do governo militar do general Ernesto Geisel nos anos 80 do século passado, em entrevista à revista Veja em 1986)
"O problema com o mundo é que os estúpidos são excessivamente confiantes, e os inteligentes são cheios de dúvidas." Bertrand Russell
(Mário Henrique Simonsen, ex-ministro da Fazenda do governo militar do general Ernesto Geisel nos anos 80 do século passado, em entrevista à revista Veja em 1986)
Eu tenho nojo de moralista. Bem por isso, acho sufocante estar na cidade onde vivo. Ainda não entendo de onde vem os "princípios" de um moralista (se é que um "não-ser" como esse possa possuir princípios). É tudo tão raso, tão superficial, tão falacioso.
Talvez. Essa questão é extremamente relativa. Não posso confirmar nem refutar. Pois, a pergunta deveria realmente ser: Para você, o que é felicidade?
Confesso que, quando ouvi falar de um livro filosófico/sociológico que tratava de um assunto tão impertinente como "a moda", fiquei extremamente receoso. Para mim, sinceramente, não havia problemática a ser discutida em um assunto tão banal. Errei duplamente: a problemática existe e o assunto não é tão banal e impertinente quanto eu pensava.
Acabei de fazer uma descoberta, no mínimo, fascinante: Schopenhauer era panteísta! Bem, é o que presumo da leitura de alguns de seus fragmentos. Schopenhauer assume uma visão ascética de mundo, beirando o oriental (hinduísmo e, talvez, budismo). No seu entender, o homem, ao perecer, assume seu mais sagrado desígnio: fazer parte do todo, do uno. Finalmente entendi o porquê de muita gente sofrer ao ler Schopenhauer. É explicável.